Por um acaso do destino, este quem
vos escreve teve a oportunidade de assistir a pré-estreia de um que deve ser o
mais comentado dos filmes do ano. Sim, eu Paulo Teixeira, de 00:01 no dia 12/02/15 nas salas de
cinema para ver a adaptação cinematográfica do famigerado 50 Tons de Cinza.
Filas enormes para salas de lugar marcado, filas enormes para comprar o refri e
a pipoca – confesso, dessa eu desisti – e filas enormes barra o banheiro de 2 h
da manhã, Pois poucos foram os que conseguiram se levantar de suas poltronas.
Eis o lado bom de não tomar tanto refri: Me safei dessa também. E no fim,
depois de tanta fila, expectativa e gritos de delírio ao senhor Gray, sobrevivi
a aventura. E trouxe as minhas impressões comigo:
EM PRIMEIRO lugar é necessário
deixar bem claro alguns parâmetros aqui: 1) Eu não li o livro. Minhas
impressões serão todas baseadas no filme e no que ouvi aqui e ali da história.
Então não esperem o tradicional “O livro é melhor” porque eu não faço idéia. 2)
Minha expectativa do filme era: Nenhuma. Por diversas razões, não sou o público
consumidor da obra, mas do que ouvi da história, nada me cativou. Portanto,
leve isso em consideração. 3) A plateia influenciou a experiência de ver o
filme. Para melhor ou para pior? Vamos ver.