Você pode negar o quanto quiser, criticar o que vou dizer, dizer que não, bater o pé no chão ou contar tudo para a sua mãe, Kiko. Mas a realidade é uma só.
Você, em pelo menos 50% do tempo em sua vida adulta, gostaria de ser criança de novo.
Não adolescente. Não aborrecente, nem homemzinho.
Você queria simplesmente ser criança.