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terça-feira, 28 de abril de 2009

Ei garoto, você não vive em uma poesia.

Ufa =)





Desabafei bastante nos últimos dois post. Graças a Alá, pois eu estava mesmo precisando defecar umas ideias inquietas minhas.





Enfim, a dor de cérebro passou, eu sobrevivi, e tô aque de nooovo pra dizer o que eu nem deveria dizer, mas como o tédio é grande, eu me ocupo fazendo o que não posso ^^.











e qual o segredo hein?


Por que a gente não aprende cedo a perceber?


Cara, a gente realmente não vive numa poesia.






Eu não vivo numa Poesia!


Eu não preciso de fadas alegres.Não necessito de acordar com a canção das rosas.


Anões saltitantes? São irritantes, faça-me o favor!


Faunos e centauros serelepes? Muito mel para o meu gosto.


Eu não vivo numa poesia. Não participo de nenhum sonho de uma noite de verão, não converso por sonetos, não tenho asas, nem sou principe. Não sou belo e garboso, rico e imponente, não sei qual o gosto do suco da vida, ou o aroma de um milagre.


Tampouco sou bobo da corte. Não sou vilão de espada, rei maligno e cruel, nem manipulador. Não sou traído, nem traidor, não levo, nem sou levado. Não tenho maçãs envenenadas, nem meu mundo é cinza.


Meu coração tanto doi, quanto se alegra, quanto fica entendiado, sem que isso seja uma coisa necessariamente ruim. Eu choro, mesmo que só duas lagriminhas, antes de engolir o choro e falar alguma bobagem como "eu nunca mais vou chorar".


Eu não vivo em nenhuma poesia ou fantasia. E não se engane. Não fico nem feliz nem triste por isso. Apenas acho que Não é tão ruim quanto pareçe.


Pelo menos, a vida não é de um jeito só.

sábado, 18 de abril de 2009

A importância desse adeus.

Hoje eu recebi um adeus.

E, lógico, como qualquer adeus, não foi bom.



As pessoas tem pensamentos muito discordantes (e, incrivelmente, semelhantes) como se pode - ou deve - ser um adeus. Imaginam, raciocinam, sonham, planejam, esperam. Esperam um adeus dramático, final, emocionante, ou qualquer outro adjetivo que possa estrambolizar o fato.

Mas nada disso é verdade.

Um adeus... é simplesmente isso. Um ponto.

E nada de dramático ou marcante há nisso.

Entenda bem. Existe pessoas que se importam com sua presença, e, portanto, com sua ausência da mesma forma. Mas a grande maioria, não.

E quando queremmos dar adeus a alguém, normalmente esta pessoa faz parte da "grande maioria". É alguém que nos faz mal, ou, na melhor das hipóteses, não se importa conosco.

E, tenha certeza, esta pessoa não se importará com seu adeus.

Isso é apenas um fato. Um triste fato.

Nossos "adeus" são muito menos glamurosos do que gostaríamos. Muito menos impactantes. Isso mesmo. Riem de nossa cara enquanto nos rasgamos de alma e coração para poder sair dessa situação terrível de dor e desespero.

Aquele adeus com ventos fortes e chuva torrencial, com um avião partindo rumo a guerra, ou o último e derradeiro beijo, o melhor dos abraços, ou a maravilhosa ultima noite de amor.

Esqueça isso.

Isso só acontece em filmes. Seriados até.
Mas não na vida real.

Mas o que eu estou tentando dizer, é justamente para você abandonar essa idéia de "dizer adeus" pensando na pessoa que você está se despedindo. Por que esse adeus, essa libertação, não é importante para ela.

Mas sim para você.

Siga em frente na sua vida. Mas siga em frente pensando apenas em si, e não no que você está deixando para trás. Vai doer? Vai! Lógico! Mas é necessário. Não aceite conselhos. Não queira afagos. Pensar melhor. Ou voltar atrás. Por que isso não vai ser você. Vai ser sua nostalgia falando mais alto.

Seguir em frente...
Isso, se chama vida.

Quanto a mim, se você quer realmente saber, eu apenas me lirei de um impeto que me consumia a muito tempo. Um caso comigo mesmo de nostalgia.

Mas eu entendi que rudo realmente tem fim.

Eu digo: Eu não saí perdendo.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Tolo. Humano. Graças a deus.

Eu sou um babaca.

Mas o que tem isso?

Bem, antes de tudo, olá. Um olá beeem atrasado, mas ainda assim, olá ^^.
Olá a todos que ainda me lêem.
Olá a todos que ainda perguntam.
Olá a aqueles que ainda ficam curiosos.
Olá a você, que acredita em mim, mesmo que por um segundo.

Olá, e obrigado.
Agora de volta ao papo... onde eu estava mesmo... hann..?! ahn, sim...

Sim, sou um babaca. Um tolo. Um bobo. Idiota. Fraco. Leviano. Fútil. Inútil. Uma fraude.

Por que?

Por que sou humano.

E me orgulho disso. Me orgulho de ser humano. Embora deteste cada um de meus defeitos, e saiba que dificilmente (leia-se, impossivelmente) abandonarei a maioria de meus vícios.

Mas eu sou humano.
Eu sinto. Penso. Faço. Morro. Mato. Xingo. Agradeço. Abraço. Bato. Afago. Choro. Sorrio. Agarro. Solto. Conjulgo verbos. Erro frações. Amo minha mãe. E meu pai também. E brigo de pirraça com minha irmã. E amo a todos. Sim. Todos. Inclusive Ela. Aquela, Que eu nem deveria amar, mas amo.

Faço isso tudo e mais. Por que sou humano. Por que assim como eu tenho chance de falhar, tenho chance de acertar. E vice-e-versa.

E se perceber como humano, é uma das melhores coisas da vida. Por que você percebe de verdade que todos aqueles erros, besteiras, bobagens, enganos, tudo aquilo tinha um motivo justo.

Hoje, eu não poderia estar mais feliz.

O mundo é, sim, um saco. Mas isso não significa que essa seja a verdade de cada hora.

Então, com licensa.

Vou fazer minha proxima hora ser mais feliz.